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13 Nov 2008 

Um transplante de medula óssea usando células-tronco de um doador com uma resistência genética natural ao vírus da Aids livrou um paciente HIV-positivo de sua infecção por quase dois anos, afirmaram pesquisadores alemães.


O paciente, um norte-americano que mora em Berlim, apresentava o vírus da Aids e também uma leucemia. O melhor tratamento para a leucemia era um transplante de medula óssea, que usa as células-tronco do sistema imune de um doador saudável para substituir as células cancerosas do doente.


Os médicos Gero Hutter e Thomas Schneider, da Clínica para Gastrenterologia, Infecções e Reumatologia do hospital Berlin Charite disseram na quarta-feira que a equipe de cirurgiões buscou um doador de medula que possuísse uma mutação genética responsável por tornar o corpo resistente à Aids.


A mutação afeta um receptor, uma porta de entrada celular, chamado CCR5, receptor esse usado pelo HIV para invadir as células que contamina.


Quando descobriram o doador com a mutação desejada, os médicos usaram essa medula óssea para tratar o paciente. Desapareceram não apenas a leucemia, mas também o vírus da Aids.


"Até o dia de hoje, mais de 20 meses depois do transplante bem-sucedido, não detectamos nenhum traço do HIV no paciente", disse a clínica em um comunicado.


"Nós realizamos todos os testes. Não apenas com o sangue mas também nos reservatórios (do vírus)", afirmou Schneider em uma entrevista coletiva. "No entanto, não podemos excluir a possibilidade de o HIV ainda estar lá."


Os pesquisadores ressaltaram que a alternativa nunca poderia se transformar em um tratamento padrão contra a Aids. Os transplantes de medula óssea são procedimentos severos e delicados. E exigem antes que a medula óssea do paciente seja totalmente destruída.


Os doentes correm o risco de morrer se adquirirem a menor infecção que seja porque seu sistema imunológico ficará desativado até as novas células-tronco crescerem e substituírem as antigas.


A Aids é uma doença incurável e sempre fatal. Coquetéis de medicamentos são capazes de conter o vírus, algumas vezes em níveis que impossibilitam detectá-lo. No entanto, pesquisas mostram que o HIV nunca desaparece por completo - ele sobrevive nos chamados reservatórios do corpo.


A equipe de Hutter disse não ter conseguido encontrar nenhum traço do vírus no paciente de 42 anos de idade, cuja identidade não foi revelada. Mas ressaltou que isso não significava a supressão total do HIV.


"O vírus é cheio de truques. Ele sempre pode regressar", afirmou o médico.


A mutação no CCR5 surge em cerca de 3 por cento dos europeus, disseram os pesquisadores. Segundo os cientistas, a terapia genética, uma tecnologia ainda altamente experimental, pode vir a ser usada algum dia para curar os pacientes HIV-positivos.




pikenah · 127 vistos · 0 comentários
Categorias: Noticía da semana
07 Nov 2008 
A Ciência Forense
 
A ciência forense é uma área interdisciplinar que envolve física, biologia, quími-
ca, matemática e várias outras ciências de fronteira, com o objetivo de dar suporte às
investigações relativas à justiça civil e criminal. Recentemente o público começou a se
dar conta da importância da ciência no desvendamento de crimes, talvez pelo fato da
grande proliferação de programas de televisão, documentários e ficção científica. Cito a
série americana CSI (sigla referente a Crime Scene Investigation), a qual foi considerada
uma  das  motivadoras  do  denominado  ‘efeito CSI’  –  uma  espécie  de  influência  que  al-
guns estudiosos atribuem a determinadas decisões dos jurados perante a insuficiência
de provas científicas, algo que, na ficção, não acontece. 

Cientistas  forenses  trabalham  nas  limitações da  própria  ciência,  não  podendo,
por  exemplo,  serem  capazes  de  concluir,  após  uma  análise  de  evidências  na  cena  do
crime, que a suposta acusada usava "batom da marca Maybelline, cor 42, lote A-439".
As conclusões, na realidade, são bem menos precisas, apesar dos avanços tecnológicos
das ciências que dão suporte aos cientistas forenses.
 
Em investigações de crimes, na vida real, o foco principal do profissional forense
é confirmar a autoria ou descartar o envolvimento do(s) suspeito(s). As técnicas empre-
gadas permitem que seja possível identificar, com relativa precisão, se uma pessoa, por
exemplo, esteve ou não na cena do crime a partir de uma simples impressão digital dei-
xada em algum lugar, ou então um fio de cabelo encontrado no local do crime. Hoje em
dia pode-se realizar a identificação humana através de técnicas de análise do DNA1 pre-
sente na amostra. Só que estas análises são ainda muito onerosas e o número de casos
faz com que, muitas vezes, não se faça uma investigação mais profunda. 
 
O acusado efetuou os disparos? Como ter mais informações além de simples re-
latos? É sabido que uma arma de fogo emite vários resíduos que podem impregnar na
pele do atirador. Através de técnicas analíticas, é possível determinar se uma pessoa a-
tirou ou não com uma arma de fogo. E não adianta lavar a mão, pois os resíduos pene-
tram na pele e a detecção é possível, em média, até cinco dias após o ocorrido. Outra
possibilidade é a intoxicação – comumente vista na forma de envenenamento. É possível
analisar os fluidos do corpo a fim de encontrar traços da substância em questão.
 
A presença de sangue pode ser detectada através da quimiluminescência que re-
sulta da interação com o luminol. Mesmo em concentrações imperceptíveis a olho nu,
consegue-se  encontrar  vestígios  de  sangue  na  cena  do  crime.  Acidentes  de  trânsitos
provocados por pessoas embriagadas e que resultam em morte são julgados, em certos
casos, como tentativa de homicídio. Como saber se a pessoa ingeriu mais álcool que o
permitido por lei? Eis que surge o analisador de alcoolemia, mais popularmente conhe-
cido aqui no Brasil como ‘bafômetro’.

As técnicas analíticas merecem destaque dentre as que os químicos participam
com mais afinco. Espectroscopia de infravermelho, absorção atômica, difratometria de
raios-X  e  outras  podem  ser  essenciais  para  analisar  evidências,  tais  como  drogas,  fi-
bras, resíduos de tiro, dentre outras possíveis encontradas na cena do crime.

CHEMELLO, E. Química Virtual, Dezembro (2006)

22 Out 2008 

OS vencedores da gincana foram a 8 D da parte da manha e 8 G da parte da tarde e junto com as turmas 8 C e 7 E vencedores da festa junina vao para o club quinta feira curti !!!!


Edson · 76 vistos · 0 comentários
Categorias: Noticía da semana
13 Out 2008 

Eae galera para quem não sabe essa semana terá aula apenas ate  terça.Então e só curtição a partir de quarta!!!
abraços


Edson · 75 vistos · 0 comentários
Categorias: Noticía da semana
12 Out 2008 
Eae galera este blog ta ae pra todos vcs do colegio e do pessoal q gosta de musica ,diverção ,lazer e

etc
Edson · 90 vistos · 0 comentários
Categorias: Noticía da semana